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Tel (54) 3286-5017/9664 :: Email
info@babyslings.com.br
:: MSN baby-slings@hotmail.com
:: Skype: babysling |
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ONDE USAR? Em qualquer lugar... shoppings, mercados, parques, festas, pracinhas, feiras, festas de criança, churrascos, exposições, etc... QUANDO? Sempre que seja necessário um colinho, sempre que a mãe ou pai queira ter mais liberdade com os braços e mãos. É carinho que faz bem!! QUEM USA? Pais, mães, avós, avôs, familiares, qualquer pessoa pode slingar! PORQUÊ? Aumenta a interação com a criança, tornando ambas as partes + satisfeitas + calmas + equilibradas + seguras! É
prático, leve, fácil de dobrar e guardar numa bolsa... Acompanha a criança desde o NASCIMENTO até seus 4 ANOS... De 0 a 22kg Liberdade
de movimento temperado com muito carinho! |
Slings para crianças, meninos e meninas, carregarem seus companheiros queridos! Dentro do universo infantil, meninas e meninos se encantam com a possibilidade de carregar seus "afetos máximos" junto consigo. Começei fazendo "slings de bonecas" para minhas filhas, à pedidos delas fiz slings para a escola, onde passaram a ser usados por meninos inclusive, carregando seus leões, dragões e filhos imaginários. O sling para criança faz sucesso, eu diria até os 7 anos, que é quando a criança completa o primeiro setênio, onde é trabalhado de maior forma o desenvolvimento físico e emocional. Argolas: estamos utilizando as argolas dos pettits, que são menores. As argolas de madeira estavam quebrando dentro dos pacotes, em função da delicadeza com a qual os correios lidam com as mercadorias.Um sling de criança não sustentará o peso de uma criança, atenção! Jamais deixar que o irmão ou a irmã maior transportem um bebê num sling infantil. Quais as estampas disponíveis? As mesmas dos adultos. Você pode escolher uma para sua criança igualzinho ao seu babysling! Não copie, acredite no seu potencial de criação, ele mora dentro de você :-)
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Porque
muitas pessoas desconfiam do mecanismo natural de aprendizado da criança?
Pode
parecer estranho ao movimento do Maternal e Jardim de Infância que a idéia
do brincar, como tema central e fonte de aprendizado, necessite ser
defendida. Entretanto há muita pressão sobre os educadores desta faixa
etária (0 a 7 anos) que está conduzindo a uma prática não
apropriada, em particular uma introdução formal precoce para a
leitura, a escrita e os números. Porque muitos adultos pensam que o
brincar, é menos valioso e que o quanto antes uma criança seja
alfabetizada seja melhor! Eu acho que é importante entender o que está
por trás da desconfiança sobre o brincar, para estarmos mais
habilitados para discutir seu lugar na vida da criança.
Pensar
limitado
Para
muitos adultos a palavra brincar significa relaxamento, bagunça e nada
de trabalho. Para as crianças, entretanto, o brincar é uma exploração,
resolução de problemas, descobertas, investigações, fazer e fazer, e
com muita freqüência é realmente um trabalho árduo! Nós, no
ocidente, estamos tão acostumados a pensar nos opostos (gordo e magro,
alto e baixo, santo e pecador), que a idéia de que algo possa ser
trabalhoso e prazeiroso, ao mesmo tempo, é muito difícil de entender.
Do
mesmo modo, se algo é engraçado não pode ser sério, se é algo
fantasioso, não pode ter significado na realidade, mas nada disto é
verdade com relação ao brincar.
Alguns
adultos são temerosos quanto a natureza imprevisível do brincar da
criança. Querem controlar as atividades das crianças nas direções
que eles consideram conveniente. Eles se sentem ameaçados pelo direito
da criança em dizer não; por responderem individualmente; por irem em
direções alternativas; o que é uma característica essencial do
brincar. Outros adultos não conseguem ver como o brincar contribui para
aprender coisas que eles pensam ser tão importantes. O que tem a ver
brincar com areia e água ou tijolos, com o aprendizado da leitura? Eles
pensam que ensinando o alfabeto e os sons fônicos o aprendizado será
realizado mais rápida e eficientemente, mesmo sabendo que crianças que
lêem fluentemente não
foram ensinadas deste jeito. De fato estes adultos pensam que as crianças
devem ser ensinadas a aprender,
mas os melhores alunos, que obtiveram sucesso, são aqueles que se
libertaram da dependência de um professor.
Entretanto
eu penso que a razão mais provável porque tanto adultos desconfiam do
brincar é porque brincar á algo muito agradável e prazeiroso . Para
eles, aprender é trabalho duro e muito sério e o quanto mais rápido a
criança aprende, melhor. Tudo o que é imposto, trabalhado sobre pressão,
é uma perda de tempo e apenas encorajará a criança a ser preguiçosa
e comodista. Isto ignora o fato de que as crianças aprendem mais nos
primeiros anos de vida – enquanto elas estão livres de pressão
externa para serem sérias e trabalharem pesadamente – do que em outro
período.
Então
o que dizemos aos que nos perguntam: o que as crianças aprendem através
do brincar? Podemos começar invertendo a pergunta: o que elas não estão
aprendendo através do brincar? No brincar a criança não aprende:
Fracassar,
falhar, reprovar;
Procurar
a resposta certa;
Responder
como papagaio;
Parar
de fazer algo porque ainda não consegue fazer certo;
Tornar-se
espectador ao invés de ser o que é; participante.
Estes
são pontos que as crianças aprendem se elas são forçadas
precocemente no ensino formal. Nossa sociedade é formada por adultos
que não cantam, não dançam, não pintam, não fazem muitas coisas
porque a sua criatividade foi submergida pela ênfase
nas tarefas do papel e da caneta. E também porque aprenderam, em
tenra idade, que não eram “bons” naqueles assuntos.
Através
do brincar saudável, a criança aprende a se concentrar , persistir,
criar, distinguir, cooperar, lidar com o mundo material, com diversas
situações e pessoas – tudo o que é vital como base para o
aprendizado posterior, na época adequada.
É
forte a evidência de que um currículo lúdico traz benefícios
duradouros, ao passo que o aprendizado formal iniciado precocemente
desfavorece muitas crianças. Tal abordagem chega a desviá-las do
ambiente escolar ao ponto de tornarem-se adolescentes desestruturados,
podendo mesmo chegar a abandonar a escola de vez.
Nós
precisamos nos lembrar das palavras sábias de Joan Can (educadora
infantil) escritas há vinte anos:
“Crianças
tem sua infância apenas uma vez. Tire a infância delas e elas a terão
perdido para sempre”
Fonte:
Artigo de Janete Atkin, Médica pediatra, publicado no Waldorf K.G. News
Letter, traduzido por Sílvia Jansen. COLIBRI, AnoVIII - N°3 – Boletim da Escola Anabá – São Micael – 1997 - Florianópolis
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