Tel (54) 3286-5017 :: Email info@babyslings.com.br :: MSN baby_slings@hotmail.com :: Skype babyslings


BLOG Babyslings, como usar?

BLOG  Fraldas de Pano

Sling Pettit = Instruções


Home

porquê-vantagens-artigos 

quem-onde-fale-mapa

 

Estampas & Linhas

cáqui & crú

jeans & vermelho

cores da estação

lisos e/ou bordados

PETTITS & ponto cruz

 novidades & promoções

 

Comprar

comprar / enviar / prazos

valores / pagamentos

 

O sling em si

argolas & tamanhos

tecidos & como lavar

qualidade & segurança

 

Outros produtos

fraldas de pano

slings criança

acolchoados bebê

patchwork em colchas

mandalas & presépios

 

Depoimentos & Galeria

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

Estudos, Opiniões e Documentos Científicos
Observações feitas durante discussões referentes carregar bebês e crianças pequenas.
Por dr. Eckhard Bonnet
Especialista em pediatria, medicina da adolescência e medicina esportiva
Publicado em Krankengymnastik 50 Jg (1998) no. 8


Como pediatra com mais que 30 anos de experiência clinica, posso apoiar inteiramente os resultados encontrados por E. Kirkilionis (artigo publicado  no no.  3/98 desta revista).
Os oponentes de métodos de carregar (obs.: chamaremos de sling para melhor compreensão) geralmente alertam contra danos na coluna, compressão do corpo e falta de ar quando carregando.  Estes medos, para os quais nunca foram encontrados evidencias, são infundados. O desenvolvimento geral da criança carregada é influenciado positivamente. 

As vantagens de métodos corretos de carregar são:
A criança sente o calor do corpo da mãe/do pai
Sente as batidas do coração dela/dele
Percebe o cheiro do corpo dela/dela
Sente e ouve a voz (com seu ouvido no peito do carregador)
Está completamente envolvida (pelo pano) e por isto, sente-se segura
Pode arrotar com facilidade (sem cuspir)
Sua digestão está sendo estimulada (“massagem na barriguinha”) e
Consegue esvaziar o intestino com mais facilidade.
Ao andar (caminhando) e no trabalho (no campo ou no jardim), a seqüência dos movimentos é sempre rítmica. Após algum tempo isto tem o efeito que a freqüência da respiração, o passo e os batimentos cardíacos do carregador tem uma relação paralela um com outro (descobertas da medicina esportiva). Para o carregador, isto resulta em harmonia no campo psico-vegetativo.
 
 
A criança pode cheirar e sentir isto (uma pessoa relaxada tem um cheiro diferente).
O movimento rítmico também deixa a criança mais relaxada e ela pode, por exemplo, pegar no sono ou digerir a comida com mais facilidade.  Os pontos de acupuntura contra problemas de digestão ou sono localizados na barriga e nas partes baixas das coxas internas são automaticamente massageados.  O sling apóia o corpo da criança de forma igual.
Este método de carregar imita o “carregar” dentro do útero (envolvido, conforto, calor etc.) Nada é apertado ou solto demais. Do mesmo modo que o andar da mãe durante a gravidez não tinha nenhum efeito prejudicial na coluna do bebê, tampouco  sendo carregado num sling  é nocivo à sua coluna. Aqueles que se opõem ao sling também deveriam manter crianças longe de caminhar, correr, pular, saltar e dançar, porque tudo isto causa um impacto regular na coluna.  Ao contrário:  esta carga positiva/negativa regular sobre as juntas da coluna e do quadril aumenta em muito o estimulo de crescimento.  Ainda não vimos uma criança saudável - que foi carregada desde o inicio -  que tivesse desenvolvido  uma displasia do quadril ou escoliose. Entretanto, vimos muitas “crianças de carrinho ou berço” (que ficam deitadas de costas) que tem crânios deformados (achatados atrás ou nas laterais), com corpos deformados, displasia do quadril, e crianças que deitam de bruços em “posições de sapo” das pernas e pés. Além disto, crianças de bruços correm mais perigo com o ar ruim no lugar mais fundo do carrinho e por acumularem calor porque suas palmas não podem suar e assim se refrescam por evaporação. O movimento da mãe promove o desenvolvimento da criança.
 
Neurologistas especializados em desenvolvimento descobriram que, quando uma mulher precisa ficar deitada por um longo período durante sua gravidez, isto tem um efeito negativo no desenvolvimento geral de sua criança.  Pelo outro lado, a criança cuja mãe se movimenta diariamente durante a gravidez mostra vantagens claras de desenvolvimento. O mesmo se refere a crianças carregadas/de colo e não-carregadas/sem colo.  A criança carregada desenvolve força física maior (desenvolvimento statomotor, habilidades vestibulares = equilíbrio, esqueleto incluindo cartilagem, tendões e tecido conjuntivo), força maior do sistema nervoso (coordenação, reação sensorial e digestão), força psicológica maior (autoconfiança, tolerância a frustração, confiança profunda, criatividade) e maior força de sociabilizar (habilidade para integração).  Quando encontro com uma criança de l.5 a 2 anos de idade pela primeira vez, eu tenho uma boa idéia se esta criança foi carregada durante o primeiro ano de sua vida ou não.
Aspectos psicológicos também fazem parte das considerações sobre pros e contras do carregar o bebê. 
A criança no sling está “perto” de mim.
A criança no carrinho está “longe” de mim.
As mulheres são a maioria dos que são a favor do sling.
Seus oponentes são na maioria homens.
Famílias com somente 1 filho usam carregadores menos do que famílias com diversos filhos.
A criança que é carregada na mesma altura – ou num sling ou num canguru – está num nível igual ao carregador.
A criança no carrinho está a um nível inferior:  olha-se de cima para baixa para ela.
(Isto é parecido ao cuidar de mulheres durante o parto:  se a parturiente está deitada numa cama, ela está longe de mim, abaixo do meu nível e não se sente igual a mim.  Se a parturiente fica numa posição ereta, “acocorada”, e eu me acocoro em sua frente a fim de receber o bebê, ela está perto, nível igual e direitos iguais).  Também há aspectos críticos que devem ser considerados:  Alguns carregadores não permitem que a criança se sente na posição fisiologicamente correta no quadril ou estomago da mãe/pai. 
 
 
Alguns pais carregam seu filho quase continuamente.  Mas a criança bem como os pais precisam tempos de descanso e distancia.
O peso da criança força o corpo de quem carrega (músculos, tendões, coluna).
Por isto, é uma boa idéia de carregar a criança regularmente desde o nascimento a fim de desenvolver força muscular de quem carrega.
Cuidado com frio excessivo.  Lembro-me de um pai suado escalando um morro na neve e a criança nas suas costas estava com as pernas geladas.
O tecido de carregadores (slings etc.) podem conter aldeído fórmico ou outros produtos químicos perigosos (verifique as etiquetas).
O carrinho também tem suas desvantagens. É um meio antinatural de transporte, a criança está cercada de coisas antinaturais, o carrinho não cheira bem e exala “química”.
O ambiente climático dentro do carrinho é ruim (como aquele numa bolsa coberta -“Moisés” -  ou num quarto de dormir mal ventilado).
Não produz calor.
 Move-se sem ritmo (quando usado para fazer o bebê dormir, o movimento é diferente do que quando empurrado, ou seja, ritmicamente).
Somente produz sons não-fisiologicos para o ouvido.
O rosto da pessoa que empurra o carrinho está longe demais (um bebê pequeno somente enxerga até 40 cm de distancia); se a criança está deitada de bruços, não vê nada.
Mãe ou pai não está com as mãos livres.
É caro e após um ano não está sendo mais usado e fica sem utilidade.
A criança é depositada no carrinho e deixada.
Usando um sling, quem carrega tem que andar por aí o que significa exercício diário – algo que pode ao mesmo tempo ser bom para possíveis problemas de circulação nas pernas (varizes).
 
Antigamente, carrinhos não existiam. Bebês eram carregados mesmo quando o adulto trabalhava (faixas de carregar no sul da Ásia, panos na África) ou entre os nômades (Ásia) e povos indígenas na América em carregadores verticais (talas com suporte para a cabeça, também chamadas “papooses”). Inicialmente, carrinhos eram privilegio dos ricos:  a babá empurrava o bebê dentro do carrinho para passear.  Somente mais tarde as classes médias copiavam este “exemplo”. 
Por mais que 20 anos temos recomendado o babysling da marca “Frau Hoffmann´s DIDYMOS”. Eu trabalhei junto com minha mulher, dra. Magdalene Bonnet, no nosso consultório. Ela contribuiu muito aos meus estudos.

Com a gentil permissão do autor.

www.babyslings.com.br - Gramado - RS - Brasil - e-mail: info@babyslings.com.br - Telefone(0xx)-54-3286-5017

Copyrights: Babyslings - Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução das imagens ou do conteúdo desta página em    qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita.